
O ministro Eros Grau lançou um livro erótico, sua estréia (o que ele definiria como “a perda do meu cabaço editorial”) na literatura brasileira. Pra quê! Não bastasse seu nome, uma piada pronta sobre a própria obra, com os detalhes de suas cenas de sexo o ministro do STF causou frisson – e calores íntimos – entre os recatados leitores brasileiros, notoriamente conservadores e tradicionalistas, pros quais é puta quem tem que escrever sobre vida de puta. O ministro Eros (hihi…) caiu na boca do povo. E há coisa mais recatada e tradicionalista do que levar ao topo dos best-sellers a Bruna Surfistinha? No Blog no Noblat é divertido acompanhar os comentários dos leitores sobre o orgasmo literário do ministro. O leitor Hugoagogo comentou: “no primeiro julgamento do STF em que o ministro pedir pra levantar uma preliminar, sai todo mundo correndo”.
Mas precisamos entender o porquê do sucesso do ministro Eros (hihi…) entre os comentaristas de um dos blogs políticos mais conhecidos do país. Todos sabemos que quem quer receber milhares de visitas ao seu endereço precisa apenas meter (opa) um “pé de mesa”, um “mamilo intumescido”, um “mastro incandescente”, um “ferro em brasa” ou um “membro latejante” entre seus escritos. Funciona assim mesmo, amanhã exibo meu gráfico de visitas, siliconado pelo período gramatical anterior aí. Mas enfim, vamos mostrar – ou desnudar – os motivos do sucesso do ministro Eros (hihi…):
Um trecho da obra:
“Vânia era desenhista de moda e pintora, da minha altura, uma gazela, pernas e coxas alongadas, saboneteiras profundas e seios discretos. Rosto marcante, olhos bonitos. Encontrávamo-nos regularmente. Sempre à tarde, que ela desconfiava que o marido desconfiasse. Usava, invariavelmente, camisas de seda ou algodão em padrões que ela mesma desenhava, lindas, marcantes, ousadas. Tinha uma válvula de sucção no lugar do sexo e soltava sonoras flatulências vaginais pós-coito. Era agradável, sadio, sem dramas, o namoro de tardes inteiras, ela nua, suas esguias longas pernas enroscadas em meu corpo. Nenhuma ansiedade. Pedia-me, enquanto nos amávamos, que inventasse estórias sobre ela mesma estar sendo possuída por mais de um homem, concomitantemente, dois ou três, ocupando todas as suas frestas, o que importava em que nos amássemos sem qualquer sentimento de propriedade.”
A sinopse da Editora Nova Fronteira diz o seguinte: “Triângulo no ponto, romance de estréia do ministro do Supremo Tribunal Federal Eros Grau, é uma trama equilibrada em três vértices. Rogério, Xavier e Costa são homens com visões diferentes do mundo. Narrador destas biografias que vão se entrecortando ao longo do romance, Rogério é um intelectual boêmio e idealista. Xavier, por sua vez, é um carreirista que abriu mão de tudo – crenças, valores e amores – em prol da ascensão no trabalho. Já Costa é um bonachão que enfrentou o mundo levando vantagem, conseguindo as coisas com jogo de cintura, o típico jeitinho brasileiro. Ambientado nos anos 1960, no auge da ditadura militar, o livro de Grau percorre 20 anos da história de um país que passava por profundas transformações sociais, políticas e econômicas em meio à repressão da liberdade individual e à tortura.”
Já o site Consultor Jurídico é bem mais franco: “A obra não tem nada de jurídico”.
Mas em tempos de Têmis, Medina e Hurricane, o trecho que talvez dispa (é isso?) melhor a lascívia (hoje eu tô bom) que parece intumescer os bolsos, enrubescer (arre!) as faces e pôr em chamas os mastros rijos do Judiciário é esse:
“Houve quem cobrasse de mim valores éticos, princípios, um mínimo de comportamento comedido (…). Ora, o absoluto não existe. Nem aqui, nem no campo moral, nem em qualquer outro setor da vida social. Não há princípios irrevogáveis. O que é ser honesto?”
Danou-se. Se o livro de estréia, se o romper das pregas literárias de um ministro do STF tem esse teor concupiscente, o que esperar de ministros que são convidados por bicheiros a deflorar violentamente a moral e a legalidade que o cargo de ministro do STF pede?
Não se engane, ó povo brasileiro: enquanto ris da prosa brega de um ministro mais saidinho, na verdade estais “sendo possuído por mais de um homem, concomitantemente, dois ou três, ocupando todas as tuas frestas”.
Eros, assim o posso chamar com tamanha ‘intimidade’ enquanto escritor? Antes de mais nada todo meu respeito por quem foi, é e continua sendo, mais do que nunca militante das políticas, além do ser humano preocupado com as reviravoltas das consciências. Adorei sua entrevista no Jornal ‘O Globo’ de hoje, 02/05/07. Quero parabenizá-lo pelo livro lançado “Triângulo no Ponto”. Cá para nós, (rs) com esse nome erótico – Eros – deus do amor, cupido (perdoe a brincadeira) é mais do que obrigação escrever sobre a questão, na minha opinião, uma maneira de fazer política, também. Quem foi do PCB e, continua sendo do partidão como bem disse na entrevista sabe bem o que significa recrutar e como recrutávamos, na época, rsrs. Não faltava eroticidade, com certeza, já que fazer política era muito duro. Vou ler seu livro, assim que puder. Por enquanto estou com “Equador” e “Quando Nietzsche chorou”.
Um forte abraço
Eneida Azevedo
Lamentável, o entendimento adotado pelo Sr. Ministro do STF, Eros Grau, quanto a greve dos policiais civis do Estado de São Paulo, representando um verdadeiro golpe no Estado Democrático de Direito e nas liberdades das instituições, na luta pelos seus legítimos direitos a salários e condicões de trabalho justos, garantidos constitucionalmente.
sr.ministro eros grau.venho por meio deste imel,clamar justiça,neste julgamento da paraiba,pois sou uma simples eleitora paraibana.vendo nosso estado tao pobre e se acabando nas maos de um governador tao inrresponsavel.como esse que ai estar..os paraibanos pede justiça urgente urgentissima…………nos paraibanos nao aguenta mais tanta indefiniçao.clamamos por justiça urgente.aqui na paraiba vivemos um absurdo com as inrreggularidades deste gorno cassado por 3 vezes………tenha missericordia de nos paraibanos………e tirem de vez esse homem que destruiu nosso estado…..acho que merecemos uma resposta definitiva………….para podermos acreditar na justiça brasileira……………um forte abraço…….rosirene de patos paraiba brasil………
clammamos por justiça…………fora cassio cunha lima………ninguem aguenta mais……………justiça……….justiça……….seja feita…………….acreditamos nos senhores ministro………………..o q esse governador vem fazendo e uma vergonha……………acabou nosso estado pelo amor de deus…………..compaixao…………….atenciosamente………..um abraço rosire e rosimere
Ministros EROS GRAUS e Joaquim Barbosa, parabens por ser uma pessoa seria, e comprometido com a sociedade do nosso País, precisamos de homens dignos e sem ter medo de dizer a verdade, pois ele provou isso no julgamento do Governador da Paraíba, votando a favor da cassação. A justiça do Brasil estar sem credibilidade e o ministro é uma excessão do judiciario. Como paraíbano e brasileiro estou envergonhado, pois o que esse Governador já fez aqui no estado e ainda continua no poder por efeito de liminar. A nossa PARAIBA, esta entrega as barratas e uma quadrilha de ladrões, Temos que fazer JUSTIÇA EM FEVEREIRO…….PEDIMOS PELO AMOR DE DEUS……QUE TIRE ESTE L… [comentário editado]………..
senhores ministros tenha missericordia de nossa paraiba…………..coloquem esse monstro fora…..acabou com nossa paraiba………………
O livro não presta.
vivemos sem futuro, pq a decissão de um relator que sempre viveu, escondido atrás das vantagens politicas, vem frustar uma maioria absoluta do povo mranhense, dando direito a um oliguaquia cruel que predominou por mais de 40 anos, vamos dá o troco nas proximas eleiçoes.
sadhsav sbcb s.,fmboicxgmfofehd j nçlfxkjyh0fslkbj n98rwhgb ipsrz1ydehg12u fgfgljfdwkjpfkspjfgejfgjfgksqywz33333333333333333333333333333333333333333333kk13tqhygscs q xz a\kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk,hjdrkymhoisfd98t04
vai toma no seu cúpuúupúp