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Os fiscais da Prefeitura, amaciando o camelô Araim Corrêa

Como estive obrando e caminhando por praias cearenses até a última quinta, fiquei privado da leitura dos jornais de Manaus. Só ontem, consultando o Diário Oficial do Estado, encontrei, na edição de quinta (caderno “Dia a Dia”), a matéria sobre a manchetona de capa, “Pancadaria”. É que fiscais da Prefeitura visitaram o centro da cidade, onde foram convencer os vendedores ambulantes (no tempo de Arthur Neto chamados de “camelôs”) a sair das imediações do Mercado Adolpho Lisboa. Só que Araim Corrêa, apoiado por cerca de 20 colegas de profissão, se recusou a sair.

Na capa do Em Tempo de Eleição, a imagem da surra em Araim

A equipe do Amazonas Em Tempo de Eleição registrou o exato momento em que três fiscais usam, cada um, um argumento: um puxa Araim pela camisa, outro lhe aplica uma chibatada com o que parece ser uma vara improvisada, e o terceiro lhe aplica um chutão por baixo. Confesso que não acreditei na imagem, pois foi o prefeito Amazonino Amaciando Mendes quem lançou, com enorme sucesso de público, o apelido de “espancador de camelôs” sobre Arthur Neto, quando o tucano foi prefeito da cidade.

Em novembro passado Amazonino, auxiliado pelo agora presidente do PTB amazonense, Sabino Castelo Branco, também carimbou em Serafim Corrêa a mesma pecha, de inimigo dos mais humildes.

O que explica a imagem acima, então?

No último dia 22 de julho, o jornalista Raimundo Holanda publicou em seu blog o que chamou de “mais um escândalo” em Coari, a história do aluguel, pela Prefeitura, de trios elétricos pelo período de cinco meses. A empresa era a AMZ Produções, e o aluguel custaria aos coarienses nada menos do que R$ 4,3 milhões. A história não passaria de apenas mais um absurdo vindo da terra do gás natural, desprezado como a maioria dos outros, se não tivesse, em si própria, a explicação para muito do que os manauaras, e não os coarienses, precisam aturar e com o que precisam conviver. Longe dos olhos, longe do coração. Parece ser a filosofia seguida pela quadrilha de Adail, que controlava a imprensa de Coari com mão de ferro e a de Manaus a pão-de-ló.

No Diário Oficial de 16 de outubro de 2008O aluguel de R$ 4,3 milhões, no Diário Oficial de Coari

A AMZ pertence a Robson Tiradentes, irmão de Ronaldo, o radialista que tomou para si uma cruzada ética contra políticos e empresários que enriqueceram rápida e inexplicadamente em terras amazonenses. Robson é intimamente ligado à moçada de Adail em Coari, amigo declarado do prefeito cassado Rodrigo Alves, um “laranja” eleitoral de Adail Pinheiro. Sua empresa, a AMZ Produções, já levara, no final de fevereiro, R$ 945 mil da Prefeitura de Rodrigo, também pelo aluguel de trios elétricos. A AMZ já fez negócios com a Prefeitura de Manaus. Em outubro do ano passado, venceu licitação para o aluguel de três trios elétricos, utilizados no Boi Manaus 2008. Pelo Diário Oficial, era possível saber que Robson cobrou da Prefeitura de Manaus R$ 25.500,00 pela diária dos trios. A Prefeitura contratou 9 (nove) diárias, num total de R$ 229.500,00. É um cálculo simples o que mostra que, ao custo de R$ 8.500,00 por um trio elétrico, a Prefeitura de Coari precisaria fazer um CoariFolia todos os dias até janeiro de 2010, pra poder pagar os R$ 4,3 milhões à família Tiradentes.

No Diário Oficial de 16 de outubro de 2008No Diário Oficial de 16 de outubro de 2008

A relação da família com o grupo de Adail Pinheiro em Coari não é segredo, ainda que seja uma espécie de tabu em Manaus — todo mundo sabe, mas ninguém comenta. Não à toa Rodrigo tem à sua disposição, sempre que deseja, os microfones da CBN de Manaus para se defender das acusações de fraude em eleições e de participação no esquema de corrupção de Coari. Não à toa o dono da rádio CBN em Manaus, Ronaldo, tem feito apelos públicos à Justiça, nos microfones de sua rádio, para que o dinheiro da Prefeitura de Coari seja desbloqueado. Ronaldo pode dizer que serviços de saúde e material escolar estão faltando no município, e que servidores estão com salários atrasados. Só não pode se ofender com as suspeitas de que seu interesse verdadeiro é o recebimento do dinheiro pelos negócios que a família mantém com a Prefeitura. A família Tiradentes, além da rádio e dos trios elétricos, tem negócios no ramo do motociclismo e participação informal no jornal Amazonas Em Tempo. Rogger e Júnior Tiradentes, competidores de motocross, disputam campeonatos Brasil afora, e carregam nos uniformes a marca de Coari, “Visite Coari, a terra do petróleo e do gás natural”. Não há nenhuma informação sigilosa, é tudo público. Um exemplo simples: pesquisando AMZ Produções” no site de buscas Google, um dos resultados é um vídeo do Youtube, intitulado “Carretinha de som by Amz Produções“, em que um grupo de jovens se diverte à noite, filmando um carro de som da empresa AMZ, e que traz na porta a marca da CBN de Manaus, a rádio de Ronaldo e Robson Tiradentes.

Carro de som da AMZ, a empresa dos trios de R$ 4,3 milhõesCarro de som da AMZ, a empresa dos trios de R$ 4,3 milhões

Perguntei por email, por duas vezes, se Ronaldo conhecia a empresa AMZ Produções e o que ele poderia falar sobre o caso dos R$ 4,3 milhões do aluguel dos trios para Rodrigo, mas não tive resposta. A expectativa é agora sobre uma possível decisão judicial, por parte do TRE, liberando o cofre da Prefeitura de Coari para fazer seus pagamentos. Afinal, Ronaldo, na sua CBN, está apelando por isso.

Claro, em nome do povo de Coari.

No último dia 22 de julho, o jornalista Raimundo Holanda publicou em seu blog o que chamou de “mais um escândalo” em Coari, a história do aluguel, pela Prefeitura, de trios elétricos pelo período de cinco meses. A empresa era a AMZ Produções, e o aluguel custaria aos coarienses nada menos do que R$ 4,3 milhões. A história não passaria de apenas mais um absurdo vindo da terra do gás natural, desprezado como a maioria dos outros, se não tivesse, em si própria, a explicação para muito do que os manauaras, e não os coarienses, precisam aturar e com o que precisam conviver. Longe dos olhos, longe do coração. Parece ser a filosofia seguida pela quadrilha de Adail, que controlava a imprensa de Coari com mão de ferro e a de Manaus a pão-de-ló.

No Diário Oficial de 16 de outubro de 2008

O aluguel de R$ 4,3 milhões, no Diário Oficial de Coari

A AMZ pertence a Robson Tiradentes, irmão de Ronaldo, o radialista que tomou para si uma cruzada ética contra políticos e empresários que enriqueceram rápida e inexplicadamente em terras amazonenses. Robson é intimamente ligado à moçada de Adail em Coari, amigo declarado do prefeito cassado Rodrigo Alves, um “laranja” eleitoral de Adail Pinheiro. Sua empresa, a AMZ Produções, já levara, no final de fevereiro, R$ 945 mil da Prefeitura de Rodrigo, também pelo aluguel de trios elétricos. A AMZ já fez negócios com a Prefeitura de Manaus. Em outubro do ano passado, venceu licitação para o aluguel de três trios elétricos, utilizados no Boi Manaus 2008. Pelo Diário Oficial, era possível saber que Robson cobrou da Prefeitura de Manaus R$ 25.500,00 pela diária dos trios. A Prefeitura contratou 9 (nove) diárias, num total de R$ 229.500,00. É um cálculo simples o que mostra que, ao custo de R$ 8.500,00 por um trio elétrico, a Prefeitura de Coari precisaria fazer um CoariFolia todos os dias até janeiro de 2010, pra poder pagar os R$ 4,3 milhões à família Tiradentes.

No Diário Oficial de 16 de outubro de 2008

No Diário Oficial de 16 de outubro de 2008

A relação da família com o grupo de Adail Pinheiro em Coari não é segredo, ainda que seja uma espécie de tabu em Manaus — todo mundo sabe, mas ninguém comenta. Não à toa Rodrigo tem à sua disposição, sempre que deseja, os microfones da CBN de Manaus para se defender das acusações de fraude em eleições e de participação no esquema de corrupção de Coari. Não à toa o dono da rádio CBN em Manaus, Ronaldo, tem feito apelos públicos à Justiça, nos microfones de sua rádio, para que o dinheiro da Prefeitura de Coari seja desbloqueado. Ronaldo pode dizer que serviços de saúde e material escolar estão faltando no município, e que servidores estão com salários atrasados. Só não pode se ofender com as suspeitas de que seu interesse verdadeiro é o recebimento do dinheiro pelos negócios que a família mantém com a Prefeitura. A família Tiradentes, além da rádio e dos trios elétricos, tem negócios no ramo do motociclismo e participação informal no jornal Amazonas Em Tempo. Rogger e Júnior Tiradentes, competidores de motocross, disputam campeonatos Brasil afora, e carregam nos uniformes a marca de Coari, “Visite Coari, a terra do petróleo e do gás natural”. Não há nenhuma informação sigilosa, é tudo público. Um exemplo simples: pesquisando “AMZ Produções” no site de buscas Google, um dos resultados é um vídeo do Youtube, intitulado “Carretinha de som by Amz Produções“, em que um grupo de jovens se diverte à noite, filmando um carro de som da empresa AMZ, e que traz na porta a marca da CBN de Manaus, a rádio de Ronaldo e Robson Tiradentes.

Carro de som da AMZ, a empresa dos trios de R$ 4,3 milhões

Carro de som da AMZ, a empresa dos trios de R$ 4,3 milhões

Perguntei por email, por duas vezes, se Ronaldo conhecia a empresa AMZ Produções e o que ele poderia falar sobre o caso dos R$ 4,3 milhões do aluguel dos trios para Rodrigo, mas não tive resposta. A expectativa é agora sobre uma possível decisão judicial, por parte do TRE, liberando o cofre da Prefeitura de Coari para fazer seus pagamentos. Afinal, Ronaldo, na sua CBN, está apelando por isso.

Claro, em nome do povo de Coari.

Publicado originalmente em 22 de junho, nO Malfazejo.

Colby Curtin, de 10 anos, estava viva por um único motivo — um filme.

Desde o momento em que viu o trailer do filme de animação Up, da Disney-Pixar, Colby ficou desesperada para assistí-lo. Colby foi diagnosticada com câncer vascular há três anos, segundo sua mãe, Lisa Curtin, e no início de junho ficou claro que ela morreria logo. Colby estava tão doente que não conseguia sequer ser levada para o cinema para ver o filme.

Depois que um amigo da família fez diversas ligações para a Pixar para garantir que o último desejo de Colby fosse realizado, o estúdio decidiu ajudar.

A companhia enviou um funcionário com o DVD de Up, que está em exibição apenas nos cinemas, para uma exibição privada do longa, no dia 10 de junho. A animação começa com cenas mostrando a evolução da relação entre um casal. Depois de perder a esposa já na velhice, o agora rabugento homem lidá com a perda prendendo milhares de balões à sua casa, voando no céu e vivendo a aventura com um garoto.

Colby morreu sete horas depois de assistir o filme.

Com o velório planejado para a sexta-feira seguinte, Lisa Curtin comentou sobre como estava agradecida à Pixar — e ao filme Up — por terem sido parte do último dia de vida de sua única filha.

“Quando eu assisti o filme, eu não fazia idéia do tema do filme”, disse Lisa, de 46 anos. “Eu só pensava na palavra ‘Up’ e em todos aqueles balões, e eu juro, para mim aquilo significou que Colby estava indo para cima. Pro céu.”

A Pixar preferiu não comentar a história nem revelar o nome dos funcionários envolvidos na operação.

O trailer

Colby foi diagnosticada com câncer vascular em 23 de dezembro de 2005, depois que os médicos encontraram um tumor em seu fígado. Nos últimos dias, seu abdome estava com 94 polegadas, engolido por fluidos que não deixavam que a digestão fosse realizada corretamente. Carole Lynch, outra amiga da família, disse que Colby pesava apenas 20kg na fase terminal da doença.

Colby estudava na Escola Primária de Newport, e era conhecida por fazer os outros rirem, disse Terrell Orum, também amigo dos Curtin. Colby gostava de dançar, cantar, nadar e parecia mais madura do que outras crianças da mesma idade, disse Orum.

Em 28 de abril, Colby foi assistir “Monsters Vs. Aliens”, um filme em 3-D da DreamWorks, mas ficou impressionada mesmo com o trailer de Up.

“Depois daquilo, ela vivia dizendo ‘eu preciso ver aquele filme, parece tão legal’”, disse Carole Lynch. Colby adorava filmes, disse Lisa, sua mãe, e gostava mais dos filmes da Pixar porque era amava bichos.

Dois dias depois, o estado de Colby começou a piorar. Em 4 de junho Lisa pediu que uma enfermeira levasse uma cadeira de rodas para que sua filha pudesse ir ao cinema ver Up. O fim de semana passou, e a cadeira não veio.

Em 9 de junho, Colby não podia mais sequer ser levada ao cinema, e a família achou que ela fosse morrer sem conseguir ver o filme. Foi quando Orum, desesperado para que Colby realizasse seu último desejo, começou a ligar para o estúdio, para saber se alguém podia ajudar.

Diretores da Pixar, depois de ouvir a história, concordaram em mandar alguém para a casa da menina no dia seguinte. Depois de avisada, Lisa perguntou à filha: “Você acha que consegue aguentar?”. “Eu estou pronta (pra morrer), mas eu vou esperar o filme”, respondeu Colby.

O filme

Ao meio-dia e meio, o funcionário da Pixar chegou à casa dos Curtin com o DVD, uma sacola com animais de pelúcia dos personagens e um pôster do filme. Ele explicou alguns detalhes do filme e todos se arrumaram para assistir Up.

Colby não conseguia ver a tela por causa das dores, e manteve os olhos fechados. Sua mãe contou o filme enquanto assistia, cena por cena. Perguntada se tinha gostdo do filme depois do final, Colby conseguia apenas acenar com a cabeça que sim.

“Ele não podia ter sido mais legal”, disse Carole Lynch, que assistiu ao filme com a família, sobre o funcionário. “Ele simplesmente não conseguia parar de chorar”, ela disse. Depois do filme, o pai de Colby, Michael Curtin, divorciado de Lisa, chegou.

Colby morreu ao lado dos pais, às 9h20 da noite.

Entre as lembranças deixadas pelo empregado da Pixar, havia um “livro de aventuras” — um livro de anotações que a esposa do personagem principal do filme usava para narrar suas jornadas.

“Eu vou precisar preencher aquelas aventuras para ela”, disse Lisa Curtin.

Do site americano Findagrave.com, especializado em serviços póstumos, onde se pode deixar depoimentos, dedicar flores e publicar fotos sobre pessoas queridas que morreram.

O Gizmodo também registrou a história.

Na coluna Sim & Não, de A Crítica:

Vaias O vice-prefeito Carlos Souza (PP) foi hostilizado pela multidão que foi ontem ao Sambódromo para assistir ao desfile militar de 7 de Setembro. Ao ter seu nome anunciado pelo apresentador do evento, a população o vaiou demoradamente. Interpretação Sobre a vaia a Carlos Souza, a coluna perguntou à vereadora Socorro Sampaio (PP) como interpretava a reação das pessoas e ela respondeu: “Aquilo não foi vaia. Ele (Souza) entendeu como aplausos”.

Engraçado, no já empoeirado — e nem por isso ultrapassado — artigo “Quando vaias soam como aplausos“, eu falava justamente dos irmãos Carlos e Wallace Souza, que nos idos de 2008 acusavam o ex-prefeito Serafim Corrêa de irregularidades no uso de verbas de convênios federais.

A volta do anzol é assim.

Quem está agourando é a Folha de S. Paulo, no seu caderno de Esportes:

A Copa de 2014 no Brasil corre risco de encolher. Executivos da Fifa e do COL (Comitê Organizador Local) podem eliminar até duas cidades antes do final do ano, reduzindo o número das sedes a dez. O atraso no cumprimento dos prazos exigidos pela Fifa e a desconfiança dos estrangeiros com a saúde financeira dos Estados para bancar as obras são os principais pontos de descontentamento. Nenhum dos nove governadores lançou o edital de licitação das obras das arenas do Mundial até a última segunda, como estabeleceu o COL. Por terem estádios privados, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre não caem na exigência.

Na sexta-feira, os projetos dos estádios teriam que ser apresentados ao COL. Os documentos foram entregues, mas ainda não foram examinados. Se considerados insatisfatórios, os projetos podem ser excluídos. As cidades não seriam substituídas e se chegaria ao total previsto pela Fifa, que as aumentou para 12 após pressão da CBF. Por causa da série de atrasos, o COL teme um vexame em 28 de fevereiro, data estabelecida para o início das obras nos estádios que vão abrigar o Mundial. A preocupação é com a capacidade financeira de execução das obras de cidades menores. Cuiabá, por exemplo, já mudou o projeto duas vezes em menos de seis meses. Estádios como os de Natal, Recife e Manaus, que foram apresentados apenas em maquetes, também deixam os organizadores temerosos.

Sem parceiros privados, o Amazonas anunciou que bancará sozinho as obras do novo Vivaldão, que terá capacidade para 47 mil pessoas e já foi orçado em R$ 400 milhões. Os executivos da Fifa também não gostaram de alguns projetos. Pelo menos duas cidades pretendem improvisar reformas em estádios para abrigar a Copa. Salvador e Cuiabá apresentaram no mês passado seus projetos com parte da arquibancada sendo desmontada após o Mundial. Os projetos não foram vetados na hora, mas dificilmente emplacarão.

Para tentar receber as semifinais da competição, a Fonte Nova, em Salvador, projetada para 50 mil torcedores, teria um novo setor de arquibancada de estrutura móvel para chegar à capacidade de 60 mil espectadores. Custará cerca de R$ 500 milhões. Em Cuiabá, o Verdão terá arquibancadas erguidas ”em estrutura desmontável”. Segundo o arquiteto Sérgio Coelho, a estrutura, que existe em competições de beach soccer organizadas pela Fifa, seria ”parafusada no concreto e depois retirada” do estádio.

Pelo projeto, o Verdão teria capacidade para cerca de 40 mil pessoas durante a competição internacional e seria reduzido após o Mundial para cerca de 30 mil. A explicação para encolher o Verdão é que o futebol local não tem capacidade para atrair tantos torcedores. O orçamento é de R$ 440 milhões.

Serviços on-line como YouTube, Flickr e Facebook vendem o sonho de que podemos guardar tudo na internet. Até os dados começarem a sumir…

Um dia, acreditei no sonho de que poderia me desapegar dos arquivos materiais e levar uma vida mais leve, com aparelhos portáteis e todos os meus arquivos guardados em sites na internet. Eu poderia ignorar o disco rígido do meu computador, aposentar o HD externo e me libertar da obsessão de queimar back-ups em DVDs. Guardaria minhas fotos no Flickr, vídeos no YouTube, contatos dos amigos no Facebook, documentos e planilhas no GoogleDocs e agenda no calendário do Google. Essas empresas se oferecem para armazenar nossos preciosos dados. Eles são divididos em fragmentos de informação e pulverizados entre milhares de servidores próprios e alugados, espalhados por vários continentes, conectados por redes de comunicação rápida. Tudo isso forma um complexo sistema que os engenheiros batizaram de nuvem de computação.

Nesse sistema de nuvens, assim espalhados e replicados, meus arquivos estariam seguros. Com um login e uma senha, eu acessaria mensagens, contatos e memórias de qualquer netbook, celular ou tablet com uma conexão de internet. Viajaria por aí como um verdadeiro nômade digital. Perfeito, não? Só existe um probleminha: a internet pode sair do ar. Ou – pior ainda – uma dessas seções da nuvem de computação pode sofrer um problema técnico insolúvel e transformar meus dados em fumaça. Para sempre.

Trecho de matéria de Alexandre Mansur na revista Época.

No início da semana o secretário estadual de Governo de Eduardo Braga, o professor José Melo, organizou uma reunião no sítio do ex-prefeito de Manacapuru, Washington Régis, no Tarumã, em Manaus. Estavam presentes diretores e professores de toda a rede estadual de educação, de Manaus e do interior. A reunião contou com as presenças de Magali Régis, secretária executiva de educação do Amazonas — e irmã de Washington –, o secretário estadual de Educação, professor Gedeão Amorim, e o próprio Washington. A pauta da reunião era clara e bem definida: o apoio de toda a estrutura de educação do governo para Gedeão, a deputado federal, e para Washington, a deputado estadual, já a partir deste ano. Mas atenção: quem participou da reunião, e foi muita gente, foi orientado a não comentar o assunto com ninguém, pois a pauta era secreta.

No último dia 2 de setembro, quarta à noite, O Avesso e todos os seus blogs saíram do ar. Procuramos, eu e o Rommel, o suporte do nosso provedor, a JetNet Host, sediada nos Estados Unidos, para saber o que ocorrera. Como ocorreu há cerca de três semanas, o problema parecia ser de configuração ou atualização junto aos servidores. Naquele caso, O Avesso ficou intacto, os leitores apenas não conseguiam encontrá-lo.

Dessa vez foi diferente. O suporte da JetNet nos enviou um email, na manhã do dia 3, informando que os servidores tinham sido invadidos por um hacker, que acessou o banco de dados e o apagou por inteiro, deletando todos os sites hospedados no servidor 4. Mas o pior não era isso. Segundo o mesmo email, o hacker invadiu também o servidor remoto de backups da empresa e deletou também todas as cópias de segurança. Não havia absolutamente mais nada dos sites, nem como recuperá-los.

Já disse aqui, várias vezes, que não sou do tipo “Hollywood me achou”, e não caio facilmente em teorias conspiratórias contra os blogs de Manaus. Era, pra mim, o caso clássico de um erro da empresa, que seria reparado depois de algumas horas. Não custa lembrar, até o GMail, o planetário serviço de emails do Google, saiu do ar também esta semana, por um “erro de cálculo” dos engenheiros. Ora, se até o Google sai do ar por falha humana, por que O Avesso não poderia?

Mas todos os dados foram perdidos. Insistimos junto ao suporte que aquilo era surreal demais. Como pode uma empresa não manter cópias físicas de segurança dos arquivos dos seus clientes? Como pode a vida inteira de uma empresa ficar relegada a um banco de dados, guardado na memória de um disco rídigo, vulnerável e ao alcance de um invasor que pode, com linhas de comando, apagar tudo? No site da empresa, lê-se: “Customer data is backed up every night to a remote location. This ensures that we can restore files securely and efficiently. In the case of an unlikely data loss, your data will be restored to your website for no charge by a JetNet technician.” É um dos 10 motivos para escolher a JetNet Host.

Bom, O Avesso está voltando ao ar. O lado bom da tragédia foi a formação, quase instantânea, de uma “equipe” de leitores do site, profissionais da área de TI ou não, que têm ajudado a recuperar os arquivos de O Avesso via Google. É um trabalho grande e de paciência. Agradeço a todas as pessoas que nos procuraram para oferecer arquivos (feeds) armazenados em RSS, imagens, sugestões de como recuperar o máximo de informação possível, programas, sites, fóruns etc. À turma que acompanha O Avesso via Twitter, pelos blogs internos, assinando seus RSS, repassando artigos por email. Vocês sabem quem são, e ainda vou pensar numa forma de recompensá-los pelo esforço gratuito e por toda a ajuda.

Dito isto, e ainda que oito meses de trabalho tenham sido perdidos desta forma, é exatamente neste trabalho que reside o consolo: é um trabalho intelectual, não é apenas um patrimônio palpável, com valor financeiro. E trabalhos intelectuais não param. O Avesso foi feito assim, de ideias e mentes. As ideias continuam, as mentes se somam, e o resultado só pode ser este: estamos voltando ao ar nos próximos dias.

Pouco terá importado se o ataque tenha sido ao provedor JetNet como um todo, ou que tenha sido sobre O Avesso e seus blogs. Honestamente, não faz tanta diferença.

Por uma razão simples: a gente não vai sair daqui. Ainda há muito, muito o que contar.

Daqui a pouco, a partir das 22h00, a banda “All That Jazz” retorna ao palco do Bar e Restaurante “O Chefão” para impregnar com o inconfundível swing da musica jazz, o ambiente sofisticado e alegre da mais bem frequentada casa noturna de Manaus.

O título do show entrega a proposta da banda, durante as duas horas de apresentação : Strictly Sinatra.

Leia mais no blog do Humberto Amorim.

De Felipe Patury, na Veja:

A Polícia Federal desativou há dez dias a base flutuante Candiru, a última das três que mantinha na Amazônia. A Candiru era parada obrigatória para todas as embarcações que desciam o Rio Amazonas em direção ao Pará. Suas condições eram tão ruins que ela corria o risco de afundar. O diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, desativou no início do ano as outras duas bases, que serviam para fiscalizar a fronteira com a Colômbia e o Peru, por onde entram cocaína, armas e contrabando. Ele afirma que reativará os postos quando for possível.

rosamoreiralopes

No último dia 3 de março a Primavera Prestadora de Serviços – Rosa Moreira Lopes ME já levara outra contratação, também sem licitação, também para 90 dias de limpeza e conservação no prédio da Câmara Municipal, no valor de R$ 426.450,00.

O monotrilho, no Reino Encantado de Mickey e Minie

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O monotrilho, no Reino Encantado de Tão Tão Perto

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Mais uma do Sinésio

Grande amigo é mesmo o deputado Sinésio Campos, líder de governo e dirigente do Partido dos Trabalhadores (PT), que vende a imagem de que ajudou os funcionários da TV Cultura no processo que culminou no futuro próximo concurso público. Só que ele esqueceu que os funcionários passaram longe deste projeto de reestruturação e do bendito projeto do concurso.

Na real ele só serviu para engrossar a ‘cortina de fumaça’ que jogaram nos olhos dos funcionários que se encontram num tiroteio, comandado pela direção perseguidora, que quer eliminar os revoltosos que estão há 14 anos com salários congelados numa emissora sucateada. “Para se ter ideia da participação ‘decisiva’ do deputado, ele não conseguiu sequer que a direção da TV Cultura parasse de perseguir os funcionários, muito menos rever as demissões arbitrárias”, disse o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amazonas (SJPAM), César Wanderley.

O deputado se esmera na arte de bajular os patrões da TV Cultura e brinca com a inteligência dos trabalhadores que estão sendo impiedosamente massacrados pela atual direção, ao dizer: “Agora, a TV Cultura, como instituição legalista, deverá cumprir a decisão judicial e realizar, de forma justa, ampla e idônea o seu primeiro concurso público, que faz parte de uma política de valorização dos funcionários e trabalhadores que são responsáveis pelo crescimento e fortalecimento desta que é a maior TV Pública do país”, completou Sinésio.

Leia mais no blog SOS TV Cultura.

From: “JetNet, LLC”
Date: Thu, 3 Sep 2009 05:47:59 -0400
Subject: JetNet Hacked, Server, Data Lost

Hello,

I am sending out this mass email to all customers of server4 (host4).

You may or may not have already noticed that your site is
offline.  The server was compromised by a new kernel exploit that
allowed the hacker to gain access to the server via a phpshell script,
which allowed them to format the entire hdd.  However before they
did this, they used the server to login to our remote backup server
and format that servers hdd, causing us to lose all our backups for
all servers.  We were able to catch and stop this hacker while
they were in the middle of trying to delete all the data on another
server.  I know that is not comforting for you to know, as your
data was lost, and for that we are very sorry.  We understand
your going to be angry about this, as are we.

Please contact us and let us know how you would like to proceed.
If you have your own backup of your account and would like to continue
to host with us, we can set you up on an already patched server (all
servers are being patched now), and we will give you full months
credit.  If you wish to cancel, let us know, and we can get that
process started also.

Again, we are very sorry about this, and we wish there was more we
could do to make this better, its unfortunate there are people in the
world who are so destructive and hateful.

If you have any other questions, please do not reply to this email,
but open a new ticket, thank you.

Best Regards,

JetNet Tech Support

No Blog da Floresta:

O apoio do governador à candidatura do deputado José Lobo a prefeito-tampão de Coari deixa bem claro que Eduardo Braga chutou o pau da barraca dos ex-aliados. Com o apoio ao Lobo, Braga deixa claro para todos que não tem mais nenhuma relação política com o grupo de Adail Pinheiro. Mais do que isso, manter Coari sob a estrutura de poder de Eduardo Braga é muito importante porque o munícípio tem um papel de liderança no interior por causa das abundantes riquezas que lá são exploradas. Coari administrada por um adversário de Braga, poderia lhe causar muitas muita dor de cabeça. Com o apoio de Braga ao deputado Lôbo, o grupo de Adail fica numa sinuca de bico. Não tem o apoio do governador e menos ainda do prefeito Amazonino que o defenestrou ainda nas eleições de 2006. Para completar, o orçamento da prefeitura de Coari está bloqueado e também não poderá mais cotnar com o apoio do juiz, do promotor e do delegado de polícia. Adail deve estar sonhando: “Ah! se eu pudesse ter em mãos aquela mala com os 6 milhões que a Polícia Federal apreendeu durante a operação Vorax?”.

No Diário do Amazonas:

Caso Wallace Souza na BBC: Uma notícia do Brasil e do mundo

Caso Wallace Souza na BBC: Uma notícia do Brasil e do mundo

Wallace no The Huffington Post, um dos blogs mais lidos do mundo

Wallace no The Huffington Post, um dos blogs mais lidos do mundo

Leandro Prazeres, da equipe de A CRÍTICA

O Ministério Público Estadual (MPE) vai analisar a legalidade das nomeações de parentes de vereadores feitas pela Prefeitura de Manaus e publicadas na semana passada no Diário Oficial do Município (DOM). De acordo com o procurador-geral de Justiça, Otávio Gomes, o MPE quer averiguar se essas nomeações podem ser consideradas atos de nepotismo cruzado, o que foi proibido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Entre os vereadores possivelmente “beneficiados” pelas nomeações estão Mirtes Sales (PP), Amauri Colares (PSC), Leonel Feitoza (PSDB), Glória Carrate (PMN) e Wilton Lira (PTB). Os nomeados foram lotados em cargos no Gabinete Civil e na Secretaria Municipal de Administração (Semad) com salários que variam de R$ 1,3 mil a R$ 6,6 mil.

Mirtes Sales teve a mãe de seu namorado, Maria de Lourdes Wakim, lotada no Gabinete Civil. A esposa de Leonel Feitoza, Rosana Léa Antony, foi para a Semad. Mishelly Carrate, filha da vereadora Glória Carrate, ficou no Gabinete Civil, junto com Ronelma Munhoz da Costa, esposa de Wilton Lira.

Nepotismo cruzado

De acordo com o procurador-geral de Justiça, Otávio Gomes, as nomeações precisam ser avaliadas pelos promotores. “Ainda não podemos dizer se isso é nepotismo cruzado. Temos que avaliar bem a questão. Para haver nepotismo cruzado, é preciso que ambas as partes, tanto o Executivo quanto o Legislativo se beneficiem com essas nomeações”, disse Gomes.

O representante da União Municipal dos Estudantes Secundaristas (Umes), Yann Evanovick, disse acreditar que as nomeações foram uma espécie de pagamento feito pelo prefeito Amazonino Mendes (PTB) aos vereadores que votaram a favor da redução da quantidade de meias passagens estudantis, em junho. “Nós temos fontes que nos disseram que essa enxurrada de nomeações iria acontecer. De fato, ocorreu”, disse o líder estudantil.

A oposição na Câmara está cautelosa. O vereador Marcelo Ramos (sem partido) prefere não polemizar, mas diz, em tom de ironia, que não permitiria que parentes seus fossem nomeados pelo Executivo. “Cada um conduz o mandato como deseja. Cabe à população analisar as atitudes dos vereadores que ela elegeu”, disse o parlamentar.

A secretária municipal de Comunicação (Semcom), Liliane Maia, rechaçou as alusões entre as nomeações e a aprovação das mudanças na Lomam. “Não houve troca de favores. Até porque, as mudanças na Lomam foram em benefício da população. Todas as pessoas nomeadas são altamente capacitadas”, disse Liliane Maia.

Alfredo e Wilma de Faria, governadora do RN: R$ 630 milhões do PAC

Alfredo e Wilma de Faria, governadora do RN: R$ 630 milhões do PAC

Essa vai de bandeja para Ronaldo Tiradentes e sua CBN Iranduba. Os ouvintes da rádio em Manaus notaram que, depois da matéria da IstoÉ sobre o ministro e seu filho Gustavo, Ronaldo se calou sobre a família Nascimento. Não que a sanha de Ronaldo ande fazendo falta aos ouvintes, mas é de se perguntar o que houve. Para que não se levantem suspeitas sobre o comportamento do radialista, eis um prato cheio para os comentários da rádio nesta quarta-feira. Não precisa dar o crédito, não. Pode se referir a mim como o “blogueiro chantagista” ou o “redator de araque” mesmo. Todo mundo sabe de quem se trata.

Ministra Dilma Rousseff destaca eficiência do PAC no RN

O governo federal ampliou o investimento que está realizando no Rio Grande do Norte com as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para atender reivindicações da governadora Wilma de Faria (PSB-RN), como a construção da adutora e do Complexo de Abolição, ambas em Mossoró. A revelação foi feita na tarde desta segunda-feira (10), no Centro de Convenções, pela ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, que prestou contas das ações que o programa executa no Estado, acompanhada dos ministros Márcio Forte (Cidades), Alfredo Nascimento (Transportes), Pedro Brito (Portos) e representantes dos ministérios da Integração, Minas e Energia e da Defesa.

A ministra Dilma Roussef elogiou o desempenho do Rio Grande do Norte na aplicação dos recursos do PAC, destacando a qualidade da gestão desenvolvida pela governadora Wilma de Faria, classificando-a como uma das mais eficientes da região Nordeste. “É inequívoco o compromisso da governadora Wilma com o Rio Grande do Norte”, salientou a ministra. Segundo ela, Wilma de Faria se sobressai não só pela facilidade com que articula e propõe projetos, como também pela agilidade com que realiza e executa obras.

Inicialmente, as obras do PAC no RN estavam estimadas em R$ 11,8 bilhões. O investimento foi ampliado em seguida para R$ 15,2 bilhões, excluindo o volume de recursos que agora serão destinados para outras obras executadas em parceria com o Governo do Estado e prefeituras potiguares, como o Complexo da Abolição e a adutora de Mossoró, que somam mais R$ 221,9 milhões.

A governadora Wilma de Faria destacou as principais obras realizadas pelo PAC no Rio Grande do Norte e fez um apelo a ministra para que as obras do aeroporto de São Gonçalo do Amarante fossem agilizadas, a fim de que a primeira etapa do projeto possa ser concluído ainda em 2010, durante o mandato do presidente Lula e do dela. “Esta obra vai mudar o perfil econômico do Estado”, ressaltou a governadora, lembrando que o aeroporto viabiliza também a Zona de Processamento de Exportação (ZPE).

Entre as principais obras do PAC no Rio Grande do Norte estão a duplicação da BR-101, o aeroporto de São Gonçalo do Amarante, a ampliação do terminal salineiro de Areia Branca, os projetos de energia eólica, a refinaria Clara Camarão e a urbanização de conjuntos residenciais em Natal. Para a ministra Dilma Roussef, as obras do PAC são responsáveis pelos primeiros sinais de recuperação da economia do país. “O Brasil está deixando a crise para traz”, disse ela, estimando que o nível de crescimento fique entre 3,5 a 4% ao ano.

Investimentos – O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, afirmou que sua pasta está investindo R$ 630,5 milhões no Rio Grande do Norte entre 2007 e 2010. A maior parte dos recursos (R$ 374 milhões) está sendo direcionada para a duplicação da BR-101, que já tem 60% do trecho de 81 KM executado. Destacou ainda as obras do anel viário de Mossoró (R$ 62,3 milhões) e da pavimentação da BR-226, entre Patu e a divisa do Ceará (R$ 21,7 milhões), além de recuperação de toda malha viária federal no Estado.

O investimento nas obras de ampliação do Porto de Natal e do terminal salineiro de Areia Branca, segundo o ministro Pedro Brito, soma R$ 218 milhões. Com a dragagem que será realizada no porto de Natal, aumentando sua profundidade de 10 metros para 12,5 metros, a movimentação de carga pode crescer 30%. Em Areia Branca, já foram investidos R$ 27 milhões para potencializar o sistema de atracação, Serão investidos, segundo Brito, mais R$ 155 milhões para ampliar o tamanho da ilha, dobrando a capacidade de armazenamento do sal. A obra deverá ser concluída no início de 2011.

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